quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Jogo de Poder






Quando uma relação se constitui não é possível, ainda, se saber como será as regras para se lidar um com o OUTRO.  No primeiro momento entra-se em uma relação, qualquer que seja com certa insegurança. E com o passar do tempo aprende-se a lidar um com o OUTRO. Nesse ponto descobrem-se formas para lidar com essa etapa e constitui-se um tipo de Jogo. E com ele medi-se o poder de cada um na relação. Dessa forma, começa-se a trilhar caminhos para uma convivência social.  E muitos jogam sozinhos. O que não é bom para o OUTRO. Diante disso, o "jogo" começa a ir para lados opostos, muitas vezes, levando o sofrimento para ambos. E porque não se muda a regra do "jogo"? Devido, em alguns casos, eles não conhecerem o próprio "jogo". Que doloroso quando isso acontece entre casais que formalizaram um contrato com a intenção de os dois se favorecerem em atos felizes. Nas observações psicanalíticas percebe-se que esses casais, muitas vezes, presenciaram,  modelos ou receberam “ordens”como enfatiza a psicanálise. Conhecer-se será o caminho para a reconstrução do contrato de convivência.

Vale, muito, conhecer e entender o que a Lei diz sobre o ponto analitico, acima! 
E para isso pedimos ajuda para a Dra Patricia Brazil, https://www.facebook.com/patricia.brazil.927?fref=ts 
sobre o texto. 

A resenha fala em “contrato”. Casamento é um contrato? 
 Legalmente falando, o casamento é um negócio jurídico, nascido a partir da livre manifestação de vontade das partes e que produz efeitos na esfera patrimonial e pessoal dos envolvidos (cônjuges). O casamento fixa comunhão plena de vida. Esta comunhão é nutrida com base na igualdade de direitos e deveres, e vincula os cônjuges mutuamente como consortes e companheiros, tornando-os solidariamente responsáveis pelos encargos da família. O casamento produz efeitos que se projetam no âmbito social, nas relações pessoais e econômicas dos cônjuges, gerando direitos e deveres que são disciplinados por normas jurídicas específicas. No âmbito social, o casamento institui a chamada “família matrimonial”, ao estabelecer o vínculo de afinidade entre cada cônjuge e os parentes do outro. No âmbito pessoal, cria direitos e deveres dos cônjuges (a exemplo da fidelidade recíproca, vida em comum, assistência, respeito mútuo, etc), assim como dos pais em relação aos filhos. Por fim, no âmbito econômico, fixa o dever de sustento da família, a obrigação alimentar e o início da vigência do regime de bens. Há diversas espécies de regime de bens. A regra é a Comunhão Parcial. Este regime estabelece que os bens adquiridos antes da celebração do casamento não serão considerados bens comuns entre os cônjuges. Além dos adquiridos antes da celebração do casamento, os recebidos a título gratuito (por doação ou sucessão) também não integram o patrimônio comum do casal. As responsabilidades pelos débitos provindos na constância do casamento são de ambos, e a administração do patrimônio comum compete a qualquer um deles. Optando o casal por quaisquer dos outros regimes, haverá a necessidade da firmatura de um Pacto Antenupcial.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Espaço terapeutico!


O mar tem todas as proporções para ser um espaço terapêutico. Visite seu Analista regularmente e no final de semana continue reelaborando em Espaços Naturais. Vamos começar com dica sobre eles. A primeira dica é: Vá a Praia, e aproveite tudo que esse ambiente pode lhe fornecer: Aumento de serotonina, noradrenalina (tidos como os hormônios da felicidade) alem  de infinitos benefícios ósseos. Receber as  Vitaminas A e D, também, é muito importante para o sistema corporal. E isso tudo trará uma sensação prazerosa  para se enfrentar os desafios diários!

#psicanalistarita

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Os filhos do quarto!



Li o texto é achei pertinente para expor no espaço, abaixo. Espero que os leitores/as gostem, Também!

Darei como subtitulo: Pais que choram!



#psicanalistarita


Os filhos do quarto!


"Estou para escrever desde o dia que me peguei chorando por aquele garoto de 13 anos em São Vicente que por uma brincadeira, veio a falecer.
Não sejamos exageradas para dizer que só agora com advento da WWW temos perdido filhos. Eles faleciam também antes disso. 
Mas antes perdíamos filhos nos rios, nos matos, nos mares, hoje temos perdido eles dentro do quarto!
Quando brincavam nos quintais ouvíamos suas vozes, escutávamos suas fantasias e ao ouvi-los, mesmo a distância, sabíamos o que se passava em suas mentes. Quando entravam em casa não existia uma TV em cada quarto, nem dispositivos eletrônicos em suas mãos. Quero deixar bem claro que não sou contra e nem capetizo tudo isso. Mas queridos, precisamos ser sinceros: temos perdido o equilíbrio.
Hoje não escutamos suas vozes, não ouvimos seus pensamentos e fantasias, as crianças estão ali, dentro de seus quartos, e por isso pensamos estarem em segurança. Quanta imaturidade a nossa.
Agora ficam com seus fones de ouvido, trancados em seus mundos, construindo seus saberes sem que saibamos o que é...
Alguns, como o garoto de São Vicente, perdem literalmente a vida, mas tantos outros aí, ainda vivos em corpos, mas mortos em seus relacionamentos com seus pais, fechados num mundo global de tanta informação e estímulos, de ídolos de youtube, de modismos passageiros, que em nada contribuem para formação de crianças seguras e fortes para tomarem decisões moralmente corretas e de acordo com seus valores familiares. Dentro de seus quartos perdemos os filhos pois não sabem nem mais quem são ou o que pensam suas famílias, já estão mortos de sua identidade familiar... Se tornam uma mistura de tudo aquilo pelo qual eles tem sido influenciados e pais nem sempre já sabem o que seus filhos são.
Você hoje pode ler esse texto, amar, marcar os amigos. Pode enxergar nele verdades e refletir. Tudo isso será excelente. Mas como Psicopedagoga tenho visto tantas famílias doentes com filhos mortos dentro do quarto, então faço você um convite e, por favor aceite ! Convido você a tirar seu filho do quarto, do tablet, do fone de ouvido, convido você a comprar jogos de mesa, tabuleiros e ter filhos na sala, ao seu lado por no mínimo 2 dias estabelecidos na sua semana a noite (além do sábado e domingo). E jogue, divirta-se com eles, escute as vozes, as falas, os pensamentos e tenha a grande oportunidades de tê-los vivos, "dando trabalho" e que eles aprendam a viver em família, se sintam pertencentes no lar para que não precisem se aventurar nessas brincadeiras malucas para se sentirem alguém ou terem um pouco de adrenalina que antes tinham com as brincadeiras no quintal !"
_Cassiana Tardivo_ 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Olhe para Você!



Olhe para você!







O lado de dentro é maior do que o lado de fora quando os seus olhos estão prontos para ver.
Encontrar-se deve ser o foco. O OUTRO pôde, também, fazer o mesmo. Ficar tentando mudar Seu Pai, Mãe, marido, esposa, amigos não é caminho para aliviar a tua dor, o OUTRO não é a melhor maneira de achar-se.



Viva! 

#psicanalistarita

Olhe para Você!



Olhe para você!







O lado de dentro é maior do que o lado de fora quando os seus olhos estão prontos para ver.
Encontrar-se deve ser o foco. O OUTRO pôde, também, fazer o mesmo. Ficar tentando mudar Seu Pai, Mãe, marido, esposa, amigos não é caminho para aliviar a tua dor, o OUTRO não é a melhor maneira de achar-se.



Viva! 

#psicanalistarita

Olhe para Você!



Olhe para você!







O lado de dentro é maior do que o lado de fora quando os seus olhos estão prontos para ver.
Encontrar-se deve ser o foco. O OUTRO pôde, também, fazer o mesmo. Ficar tentando mudar Seu Pai, Mãe, marido, esposa, amigos não é caminho para aliviar a tua dor, o OUTRO não é a melhor maneira de achar-se.



Viva! 

#psicanalistarita