Bom final de Semana!
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
Carta de uma Avó
Carta
de uma avó
Hoje, serei apenas uma
consultora sua. Serei apenas uma avó que ora pela nossa herança, aqui na terra,
herança que o SENHOR nosso DEUS nos proporcionou. Choro em silencio ao ver os
castigos: reclamações, “puxões de orelhas”, que os netos(as) recebem, próprio
da educação dos pais que tentam construir pessoas de bem para respeitarem seus semelhantes.
Porem, não é fácil perceber no
discurso de um filho (a), uma descarga da raiva no momento em que sua mãe, hoje
avó, se colocou diante de uma reclamação deles ou delas sobre os netos (as),
com amor e, em AMOR.
Entendam que somos mais
velhos, hoje, por isso não somos pais e sim avós. Nossa visão é outra, do mundo,
das pessoas e dos filhos (as). Nosso tempo é um tempo de se culpar, muitas
vezes, por não ter vivido com vocês o que vivemos com nossos netos. Desculpem,
mas éramos pais e não avos!
São funções, completamente,
diferentes e com sabores diferentes. Por isso agimos diferente da forma que criamos vocês.
Hoje somos consultores e porto seguro para seus filhos os quais sei que vocês estão
tentando educar para que eles cresçam da melhor forma.
Desculpem por ter passado
muito tempo educando vocês e esquecer, quem sabe, de ter aproveitado o tempo da
maneira mais leve, de ter se divertido, mais.
Naquele momento não tínhamos formulas, afinal ninguém tem. Desculpem pelas palavras que foram ditas e as
ações tomadas por uma mãe ou pai, mas estávamos tentando acertar, assim como vocês
hoje.
Cada momento terá suas
necessidades e seus efeitos. Desculpem se penso como avó, hoje. Mas, não quero
mudar. Estou no momento certo, fazendo a coisa certa, acolher seus filhos com
AMOR, em AMOR. Não vou interferir na educação que vocês estão seguindo, tento
me manter neutra, mas tenho o direito de defender, amar e acolher meus netos
(as). Estou no lugar que foi designado pra mim. O de ser avó!
Rita Castro.
quarta-feira, 28 de junho de 2017
Drogas: Licitas e Ilicitas
O alcoólatra não e só aquele que bebe muito. Existem outros dados que as vezes nao é percebido pelos familiares e pelo próprio sujeito da ação.
Dr. Tiago ( psiquiatra).
Dr. Tiago ( psiquiatra).
terça-feira, 11 de abril de 2017
A importância da reserva emocional.
A importância da
reserva emocional.
O agora já é passado e
o amanhã, também, já chegou. O presente é o instante vivido! Não fique
esperando por nenhum deles! Viva cada instante e armazene emoções, boas, para
os dias tristonhos que todos terão. Construindo reservas emocionais, boas, é possível
resgata-las em momentos difíceis que não podemos fugir deles. Faça uma poupança
de boas emoções buscando estar rodeada de pessoas do bem e que te amam. A troca
de carinho com os nossos familiares e amigos nós fará ser ricos em acúmulos de
boas emoções. Fotografe, escreva filme etc. Deixe isso bem registrado para se apropriar
desses registros quando for necessário. Construir um fio de esperança e manter
a Pulsão de vida passa por algumas atitudes que temos que executa-la diariamente.
#psicanalistarita
#psicanalistarita
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
Aquiete seu coração para
visualizar seus pensamentos!
Um corpo inquieto é aquele que
não cosegue parar, devido ao fato de não saber lidar com seus pensamentos. Isso
se chama ansiedade. Um corpo acelerado não consegue refletir suas atitudes e
não consegue planejar suas ações. É muito importante que sejam feitas atividades
de relaxamento para o corpo se acostumar a perceber os espaços entre ele e a mente.
Essa sintonia é vital para nosso equilíbrio. Não ter medo de nossos fantasmas é
um primeiro passo aprender a lidar com nossos conflitos. Uma atitude
interessante é conseguir, aos poucos, praticar a visualização dos nossos
pensamentos. Tente deixar tudo que estiver em sua mente aparecer e não fique angustiado
(a) e não se procure em solucionar o problema que aparecer. Faça como se você estivesse
assistindo ao um filme. Olhe para tudo que está acontecendo dentro de você sem nenhum
julgamento e tente lidar com isso sem medo. Esse outro lado, também, é seu.
Esses pensamentos vão se organizando aos poucos se eles forem encarados por você!
Encontre o seu cantinho de relaxar, praia, campo, parque, piscina, sauna,
caminhada e outros, desde que você consiga central e dominar seu corpo para
ficar com você mesma! Medo e ansiedade andam juntos. Liberte-se do medo!
#psicanalistarita
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Jogo de Poder
Quando uma relação se constitui não é possível, ainda, se saber como será as regras para se lidar um com o OUTRO. No primeiro momento entra-se em uma relação, qualquer que seja com certa insegurança. E com o passar do tempo aprende-se a lidar um com o OUTRO. Nesse ponto descobrem-se formas para lidar com essa etapa e constitui-se um tipo de Jogo. E com ele medi-se o poder de cada um na relação. Dessa forma, começa-se a trilhar caminhos para uma convivência social. E muitos jogam sozinhos. O que não é bom para o OUTRO. Diante disso, o "jogo" começa a ir para lados opostos, muitas vezes, levando o sofrimento para ambos. E porque não se muda a regra do "jogo"? Devido, em alguns casos, eles não conhecerem o próprio "jogo". Que doloroso quando isso acontece entre casais que formalizaram um contrato com a intenção de os dois se favorecerem em atos felizes. Nas observações psicanalíticas percebe-se que esses casais, muitas vezes, presenciaram, modelos ou receberam “ordens”como enfatiza a psicanálise. Conhecer-se será o caminho para a reconstrução do contrato de convivência.
Vale, muito, conhecer e entender o que a Lei diz sobre o ponto analitico, acima!
E para isso pedimos ajuda para a Dra Patricia Brazil, https://www.facebook.com/patricia.brazil.927?fref=ts
sobre o texto.
A resenha fala em “contrato”. Casamento é um contrato?
Legalmente falando, o casamento é um negócio jurídico, nascido a partir da livre manifestação de vontade das partes e que produz efeitos na esfera patrimonial e pessoal dos envolvidos (cônjuges). O casamento fixa comunhão plena de vida. Esta comunhão é nutrida com base na igualdade de direitos e deveres, e vincula os cônjuges mutuamente como consortes e companheiros, tornando-os solidariamente responsáveis pelos encargos da família. O casamento produz efeitos que se projetam no âmbito social, nas relações pessoais e econômicas dos cônjuges, gerando direitos e deveres que são disciplinados por normas jurídicas específicas. No âmbito social, o casamento institui a chamada “família matrimonial”, ao estabelecer o vínculo de afinidade entre cada cônjuge e os parentes do outro. No âmbito pessoal, cria direitos e deveres dos cônjuges (a exemplo da fidelidade recíproca, vida em comum, assistência, respeito mútuo, etc), assim como dos pais em relação aos filhos. Por fim, no âmbito econômico, fixa o dever de sustento da família, a obrigação alimentar e o início da vigência do regime de bens. Há diversas espécies de regime de bens. A regra é a Comunhão Parcial. Este regime estabelece que os bens adquiridos antes da celebração do casamento não serão considerados bens comuns entre os cônjuges. Além dos adquiridos antes da celebração do casamento, os recebidos a título gratuito (por doação ou sucessão) também não integram o patrimônio comum do casal. As responsabilidades pelos débitos provindos na constância do casamento são de ambos, e a administração do patrimônio comum compete a qualquer um deles. Optando o casal por quaisquer dos outros regimes, haverá a necessidade da firmatura de um Pacto Antenupcial.
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